Dia 28 de maio, inicio a travessia para Alkantara Festival (Lisboa, Portugal). E fico por lá por dez dias – participando de um workshop internacional* – e alguns outros poucos – para flanar pela cidade.

Na mala e no pensamento, levo o que consegui construir nas adversidades dos últimos três anos, oscilando entre “acelerar a rotina” e “desestabilizar expectativas”.

Pois, se como jovem crítico de dança brasileiro-alagoano-cearense-baiano, se como alguém que dança para engenhar um corpo crítico, tenho algo a fazer sim, e digo: tenho muito a dizer e muito mais ainda a aprender.

 

Participam do workshop internacional da TEAM Network – Transdisciplinary European Art Magazines, dez jovens críticos e artistas que, este ano, compõem o grupo de convidados que irão pensar o Alkantara Festival (Lisboa, Portugal): Florent Delval (França), Andreja Kopacj (Eslovénia), Joubert Arrais (Brasil), Anthoni Dominguez (França), Panaibra Gabriel (Moçambique), Danya Hammoud (Líbano), Paula Diogo (Portugal), Nelson Guerreiro (Portugal), Ana Bigotte Vieira (Portugal) e Vvoitek Ziemilski (Polónia). De 30 de Maio a 7 de Junho, e sob coordenação de Gwénola David (Mouvement, França) e Nayse Lopez (idança, Brasil), os dez participantes irão acompanhar o festival e discuti-lo em sessões diárias internas que conduzirão a uma apresentação pública no dia 7 de Junho às 13h no Ponto de Encontro.

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