Viver em Lisboa.
Esses últimos cinco meses.
Muito aprendizado.

Pensar a dança de outros modos.
Que antes da forma vem o movimento.
Movimento humano, movimento animal.
Se um pensamento veio, é porque está lá.
Não esquecer de que somos corpo.

Aprendi também a documentar dança de outros modos.
O texto do jornal, logo, é apenas uma possibilidade de muitas.
Considerar mais que relativizar.

Enfim, sou cobaia da minha dança.
Escrevo para criar possibilidades.
Consigo? Virei bicho pra ver e sentir.
Tanto que estou aqui, veja:
CENTA

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