Um jovem crítico de dança brasileiro.
Um jovem crítico de dança.
Um jovem crítico.

Uma mudança dialética.

Uma jovem crítica de dança brasileira.
Uma jovem crítica de dança.
Uma jovem crítica.

Outras danças, tantas danças.
Algumas críticas, muitos devires.

Pois sim, este blog nasceu num contexto de jovens críticos, enquanto artistas e críticos pensadores das artes performativas em maio e junho de 2008, em Lisboa, no Alkantara Festival, em Lisboa.

Do nomeado “workshop para jovens críticos”, veio a inspiração. Jovem crítico como uma função que não é estanque e se renova a cada relação reflexiva. Diferente de um crítico jovem, o que está presente, de alguma forma. No entanto, parece, pareceu-me, tem me parecido que esta última supera a primeira, principalmente quando ainda se tem o entendimento negativo de crítica como um juizo de valor que coloca dança e crítica em pólos opostos.

Por pensar diferente e resistir nesse pensar, vejo dança e crítica como coisas distintas que se alimentam mutuamente em suas especificidades. Nesse sentido, venho construindo minha atuação especificamente na dança e a partir da dança. E ainda, por pensar assim, sentia já há algum tempo a necessidade de mudar o nome desse espaço de potências, quando se vê, a cada dia, o pouco espaço nos jornais para a crítica especializada, o que se transforma em desafio para a própria critica de ocupar outros espaços de modos também diferentes.

Daí decidi mudar o nome do blog para “enquantodanças”, mais livre de associações que enfraquecem e mais aberto para ser dança de muitos e tantos modos.

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